sábado, 6 de novembro de 2010

Brasília with friends!

Brasília é uma cidade estranha, esquisita... Muito diferente da querida Porto Alegre, lar do Casal Sensacional. Tudo é cinza, tudo é longe, tudo é diferente. Ainda não entendemos direito a lógica da cidade. Ainda não deciframos seu mapa. Ainda não compreendemos o modo de vida de seus habitantes. Sofremos com o calor, sofremos com a comida, sofremos com suas rotatórias... No entanto, há coisas bacanas também. E, uma delas, sem dúvida, é rever queridos amigos! Eis alguns registros desses momentos:

Pati, Su, Rô e Marcinha

Pati, uma das Gês (do famoso G4, grupo seleto de amigas - veja mais aqui). Parceira de Dannes de muitas aventuras, muitos papos filosóficos, muitas taças de vinho, muitos projetos... Enfim, quase uma irmã.

Su e Rô, queridas amigas que receberam o Celo em seu lar durante o período em que ele esteve trabalhando em Brasília. As famosas mamães Smurf. Inauguraram um programa de treinamento masculino, tentando adestrar a bagunça de meu amado marido, com aulas sobre como lavar e passar roupas, como arrumar a cama, entre outras lições básicas. Parceiras e divertidíssimas!

Marcinha, amiga totalmente maluca (único ser no mundo que sai do Espírito Santo para vir passar um feriado em Brasília, acompanhada do maridão Alan) de quem eu fui madrinha de casamento (registre-se que  houve mais de um casamento, mas sempre com o mesmo marido - santo Alan hahahaha) e a quem não víamos há muito tempo.

Meninas, obrigada por tornar nossa estada na capital federal mais colorida e divertida!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Os delírios de sábado continuam! Na segunda-feira...

Pois não é que o Casal Sensacional foi à luta e às compras de novo? E desta vez complementaram um pouco mais a minguada lista de livros adquiridos em Brasília. Confiram:

- Elogio da loucura, de Erasmo de Rotterdam
- Bodas de sangue, de Federico García Lorca
- Antologia poética, de Federico García Lorca
- Pollyanna, de Eleanor H. Potter (sim!, para minha surpresa, PollyDannes nunca leu Pollyanna, apesar de referenciar o livro todo santo dia!)
- Da morte / Metafísica do amor / Do sofrimento do mundo, de Arthur Schopenhauer (uma leitura leve)
- Henry & June, de Anaïs Nin
- Uma espiã na casa do amor, Anaïs Nin
- Esboço para uma teoria das emoções, de Jean-Paul Sartre
- A dança do universo, de Marcelo Gleiser
- Razão e sensibilidade, de Jane Austen
- Orgulho e preconceito, de Jane Austen
- Assim falou Zaratustra, de Friedrich Nietzsche (outra leitura bem leve)
- Suave é a noite, de F. Scott Fitzgerald
- Ben-Hur, de Lew Wallace
- Noites tropicais, de Nelson Motta
- Os Maias, de Eça de Queirós

E como ninguém é de ferro, compramos 2 filminhos pra relaxar:
- Lua de fel, de Roman Polanski
- Um violinista no telhado, de Norman Jewison

Bom, por enquanto é só. Agora, se nos dão licença, temos muita leitura pra por em dia. Até mais!

Os Delírios de Consumo do Casal Sensacional

Uma das afinidades do Casal Sensacional é a paixão pelos livros. Dannes e Celo são capazes de ficar horas e horas dentro de uma livraria, encantados, hipnotizados, e totalmente felizes. Especialmente se a livraria for dessas modernas, com setores de CDs, DVDs, papelaria e informática. Aí sim, pode ter certeza de que a fatura do cartão de crédito será mais polpuda no próximo mês. O Casal Sensacional pode ser freqüentemente visto na Saraiva, na Fnac, na Cultura... Esses lugares são quase uma extensão do Lar Doce Lar.
Como ambos estão em Brasília a trabalho e ambos consideram a cidade bastante estranha (ou, no mínimo, muito diferente), o Casal Sensacional tem procurado refúgio nas livrarias da capital federal. Brasília não tem muitas atrações. Ou, pelo menos, Dannes e Celo não as conhecem, são dois estranhos fora do ninho. Os pontos turísticos já foram conhecidos em outras oportunidades em que estiveram na cidade. O tempo não tem ajudado: muito calor (o que faz Dannes realmente passar mal) e chuva quase diária (o que frustra boa parte dos possíveis passeios ao ar livre). Assim, restam os shoppings. E, com eles, as fascinantes livrarias!

Entre as últimas aquisições do Casal, estão: 

O Prazer das Palavras - Vols. I e II - Cláudio Moreno: o volume I faz Celão gargalhar sozinho (fato que também ocorre sempre que assiste a House).

O Idiota - Fiodor Dostoiévski: sim, perdemos a montagem teatral de cinco horas no último Porto Alegre Em Cena, mas a crítica foi tão boa em relação ao espetáculo que despertou a curiosidade sobre a obra.

Exodus - Leon Uris: o livro que inspirou o filme de Otto Preminger, sobre os horrores sofridos pelos judeus na Europa e o êxodo desse povo em direção à Palestina em busca de um Estado próprio.

O Livreiro de Cabul - Asne Seierstad: Dannes possui algumas resistências em relação a determinadas obras (quer seja literária, musical ou cinematográfica), especialmente quando são muito badaladas. No entanto, passado algum tempo, às vezes, Dannes acaba se rendendo e dando uma chance. Foi assim com o Caçador de Pipas (livro pelo qual Dannes acabou se apaixonando). Foi assim com Maria Rita (para citar um exemplo musical, pois achava que a cantora forçava muito a semelhança com Elis). Na maioria das vezes, o resultado é positivo. Bom, o livro trata de um livreiro que enfrentou o regime talibã para proporcionar cultura a seu povo, fazendo um retrato das contradições extremas do Afeganistão.

O Tempo entre Costuras - Maria Dueñas: livro sobre o qual Dannes está depositando grande expectativa. Narra a história de uma jovem costureira espanhola que, apaixonada, se muda para o Marrocos às vésperas da Guerra Civil Espanhola e tem sua existência transformada por essa experiência, bem como pela Segunda Guerra Mundial.

E, é claro, foram adquiridos alguns DVDs também: Vinícius, de Miguel Faria Jr.; O Grande Gatsby (baseado na obra de F. Scott Fitzgerald); Quando Nietzche Chorou (baseado na obra de Irvin Yalom); Sinfonia de Paris (de acordo com Celo, o segundo melhor musical da história); Tootsie (um clássico); Homem de Ferro (desses filmes que o público masculino costuma gostar).

Logo, o Casal Sensacional tem muita diversão prevista para os momentos de ócio na capital federal!

domingo, 31 de outubro de 2010

Rapidinha: Dormir de conchinha!



Entre as tantas delícias de sermos um casal, eis uma das minhas favoritas! Aconchegar-se no peito do ser amado, ser envolvida por um abraço afetuoso, traz uma sensação indescritível de tão boa! Dormir e acordar com quem se ama é uma das melhores coisas dessa vida! 


P.S.: Figurinha da série Amar é, de Kim Casali. Fonte: Blog Amar é.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Rapidinha do Dia (ou seria da noite?)

Dannes e Celo no leito conjugal. Alheio, pois de um quarto de hotel, mas já possuído. Divagam e filosofam sobre a vida. Segue-se a seguinte constatação:

Celo: Eu gosto de eufemismos.
Dannes: E eu gosto de metáforas e parábolas.

Silêncio. Reflexão. 
E, enfim, como lhes é usual, gargalhadas.

São ou não são um Casal Sensacional?! ;)


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

De volta a Brasília...

Pois é, aqui estou eu novamente em Brasília para mais uma rodada de trabalho... Devo ficar quase um mês por aqui para continuar o desenvolvimento dos processos iniciados na última viagem. Mas desta vez há uma importante novidade: Dani veio comigo! Como havia interesse em incluir alguém com experiência na área dela para que pudéssemos detalhar mais adequadamente os processos, eis que ela também veio convocada para se envolver nessa atividade. Lógico que eu estou adorando!

Em primeiro lugar, porque estaremos juntos, óbvio. Esse negócio de passar um mês longe de casa e da minha mulher sempre me incomodou. Mas não é só por isso, claro. Para ela também é muito interessante essa vinda. Além de criar novos contatos, ter seu trabalho reconhecido e poder agregar sua experiência ao projeto, ela também consegue sair um pouco das suas atividades normais que lhe são tão desgastantes. E ainda tem a oportunidade de interferir em processos que poderão facilitar a sua vida quando voltar. Um dos grandes problemas na definição de novos processos de trabalho é deixar de ouvir os principais interessados, os que detêm a expertise na área, e tentar ajudá-los à revelia de seu conhecimento acumulado. É um caminho quase certo para o desastre. Muito mal já foi feito tentando ajudar alguém sem saber a forma correta de se fazer isso. É justamente aqui que ela entra. Tentando evitar que a boa intenção aliada à desinformação piorem ainda mais o dia-a-dia de quem já tem rotinas inadequadas.

Por hoje é só isso. Em breve, mais notícias sobre o Casal Sensacional no centro do poder! E vamos colocar Brasília nos eixos ou meu nome não é Onofre!

Abraços.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Do amor e do casamento

No verão de 2009, li o badalado "Comer, Rezar, Amar", de Elizabeth Gilbert (que, na época, não era tão badalado assim).  Para mim, a leitura se deu em momento oportuno, pois o livro conta a história (autobiográfica) de uma mulher que, após o divórcio, parte em busca de autoconhecimento e crescimento, através de uma viagem por três países: Itália (comer), Índia (rezar) e Indonésia (amar). Ou, nas palavras da própria Liz, a busca de uma mulher por todas as coisas da vida.
Preciso dizer que amei o livro! Muitíssimo! Senti certa identificação e proximidade com a personagem, apesar de que jamais iria a um ashram para acordar às 05h da manhã e meditar ou limpar o chão como meio de enobrecer minha alma. E creio que, em um ou outro aspecto, muitas mulheres também se identificaram. Logo, gostei de saber que a história estava sendo adaptada para o cinema.
Há pouco tempo, comecei a ler "Comprometida", que é uma espécie de continuação de "Comer, Rezar, Amar". Liz, em meio a sua busca por todas as coisas da vida, encontrou o amor na Indonésia, embora não o estivesse procurando diretamente. "Comprometida" conta como essa história de amor evoluiu e, mais precisamente, evoluiu para o casamento. Não farei maiores comentários ou estragaria a leitura de quem estiver interessado no livro.
Ainda não terminei a leitura, embora esteja bem adiantada, mas confesso que houve um momento difícil em que quase desisti do livro. Explicarei o porquê. Liz conta ter ficado profundamente traumatizada em razão do seu divórcio, com cicatrizes profundas, tendo ido ao fundo do poço e sendo, portanto, totalmente incrédula e descrente quanto ao casamento. E fala disso tão exaustivamente e colocando tanta ênfase que chegou a me cansar. Ora, todos sabemos o quanto um divórcio pode ser difícil, triste e desgastante. Mas me pareceu uma posição muito exagerada. Afinal, fundo do poço, cicatrizes incuráveis, seriam palavras mais adequadas para um caso de doença grave e sem cura, algo como estar à beira da morte. Foi quando me ocorreu (ou melhor, me lembrei) que as pessoas têm mesmo uma tendência à dramatização. As pessoas reclamam disso e daquilo, mas, invariavelmente, não param para pensar que existem problemas maiores e mais graves. Quando escuto essas lamentações, geralmente tento mostrar para a pessoa que, pelo menos, ela tem educação, saúde, casa, trabalho, quando muitos não têm nem isso. E não é uma questão de menosprezar o problema alheio e sim de mostrar que o universo não gira apenas ao nosso redor.
Bom, mas esse post não era sobre isso... Foco, Dannes, foco. Retomando: vencida essa tensão entre autor e leitor (após ter deixado o livro descansar por alguns dias, claro), retomei a leitura e estou gostando. Volta e meia, quando Liz tende ao exagero, fico meio incomodada, mas acabo relevando, afinal cada ser humano tem suas opiniões e vivências. Não sei se o que me faz discordar da autora é o fato de ter uma alma incorrigível de Pollyanna (sim, a personagem de Eleanor H. Porter) ou de ter um divórcio a mais na minha bagagem. Seja como for, sempre acreditei que a nossa felicidade depende essencialmente de nós mesmos, e, assim, um relacionamento tem que ser algo que venha agregar valor. Não se pode depender do outro para ser feliz, muito menos ter esse tipo de expectativa. Me utilizando do exagero também, é quase como se o relacionamento fosse um ornamento: se está aqui, ótimo, fico mais bela, mas se não está continuo muito bem.
Sempre acreditei, também, por mais doloroso que pudesse ser, que se não deu certo é porque não era a pessoa certa. E, assim, jamais deixei de acreditar no amor ou no casamento. 
E, como acredito que tudo acontece quando é a hora, o meu amor chegou. E o amor sempre chega, especialmente quando você não está procurando. E, hoje, quando olho para trás, sem diminuir a importância dos homens que passaram pela minha história, tenho certeza absoluta de que o meu amor verdadeiro está bem aqui, ao meu lado. E essa sensação, esse sentimento, essa certeza é das coisas mais valiosas da vida. Talvez se tivéssemos nos encontrado em outro momento, não tivesse funcionado, pois não estaríamos prontos um para o outro. Nossas vidas e histórias se cruzaram no momento certo e, hoje, temos a nossa história. Me sinto absolutamente à vontade na presença desse homem que tanto amo, sou eu mesma para ele, nua e crua, com todas as minhas qualidades e defeitos. E o amo com todas suas qualidades e defeitos. E é por isso que, apesar de na prática já sermos casados, vamos oficializar a união em breve e viemos planejando com muito amor esse momento já há algum tempo.
Para que não vire um livro (já pensou que concorrência, Liz?! rsrsrs), vamos finalizando. Fiquei um pouco chateada quando vi críticas negativas à adaptação cinematográfica de "Comer, Rezar, Amar". Mas, como não dou muita bola para críticas (afinal, o que importa é se eu vou gostar ou não), convidei o Celo para irmos ao cinema. Resultado: ambos gostamos muito do filme!
Claro que é natural, especialmente nos dias de hoje, um certo receio ao se encarar um casamento, principalmente se não se é irresponsável ou inconseqüente. É da natureza humana. Mas não somos mais crianças há muito tempo. E, além da nossa experiência adquirida ao longo dos anos, nossa convivência diária nos mostra que nosso amor tem sólidos pilares (o que me lembra o sábio Khalil Gibran). E o mais gostoso desse retorno do cinema para casa foi que, enquanto comentávamos o filme, ambos concluímos, sinceramente e de comum acordo, que não vemos um divórcio no nosso futuro.
Portanto, o Casal Sensacional recomenda: assista "Comer, Rezar, Amar", e, nunca, jamais, deixe de acreditar no amor e no casamento (tenham eles a forma que tiverem, o importante é que lhe façam feliz)!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Os Mini Sensacionais!

Oficialmente, hoje é feriado no Brasil por ser o Dia de Nossa Senhora Aparecida, a santa padroeira do Brasil, mas, evidentemente, pouquíssimas pessoas devem se lembrar disso. Para todos, hoje é o Dia das Crianças!
E como todos nós já fomos crianças, nada mais adequado do que mostrar a vocês como eram Dannes e Celo quando pequeninos. Com vocês, os Mini Sensacionais!




Fofos, não?! E desde sempre sensacionais! Imaginem só como será a prole sensacional!


P.S.: Desde 2009, o dia 12 de outubro é também o Dia Nacional da Leitura. Então, aproveitem para ler e brincar! Alimentem e nutram a criança interior que torna a vida mais leve e divertida!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sandecido, o Sensacional Móvel

Hoje, faz exatamente uma semana que estamos de carro novo. Confesso que, no início, apesar de todas as comodidades oferecidas pelo novo veículo, eu estava um pouco resistente. Talvez porque eu seja uma pessoa afetiva, sentimental. Eu e o Momoso, apelido carinhoso do Clio, já tínhamos uma relação bem estabelecida de três anos, éramos companheiros, tínhamos uma intimidade, estávamos acostumados um ao outro. Assim, a separação, embora necessária, já que a vida é constante processo evolutivo, sempre é um pouco dolorosa. E, então, vem a fase de conhecer o carro novo. Eu e o Sandero estávamos nos conhecendo, estávamos nos acostumando um ao ritmo do outro. Logo de início, vi que nossas chances de sucesso eram grandes, mas é preciso construir uma nova relação, estabelecer a parceria. Durante esse processo de conhecimento e adequação, o Sensacional Móvel foi batizado como Sandecido, denominação que me pareceu bastante apropriada e divertida. E, assim, já tínhamos nosso vínculo estabelecido e eu já estava confortável no papel de motorista. E é tão gostoso conduzir o Sandecido que o Casal Sensacional entrou numa verdadeira disputa pela direção! Aliás, amor, amanhã sou eu que dirijo, tá? ;)

P.S.: Evidentemente que o texto acima tem uma certa dramaticidade. Melhor explicar antes que pensem (ou tenham certeza) que Dannes é maluca...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O começo de uma nova era

Em complementação ao texto anterior, o Sandero já ganhou nome: Sandecido! Hahahaha.

Vai viver rodando por aí pra nos levar a passeio pelo mundo afora. Aguardem novas aventuras sensacionais com direito a fotos e descrição de roteiros e lugares.